Roadster

Mercedes-Benz 300 SL Roadster: Melhor só voar.

No final da década de 50, os cabriolets de dois lugares eram os veículos mais desejados. De facto, eram tão populares que, em 1957, a Mercedes-Benz decidiu converter o 300 SL Gullwing, o primeiro da Classe SL, num Cabriolet.

Assim, nasce o 300 SL Roadster, uma combinação da emoção de conduzir de capota aberta com um carro desportivo de alta performance.

Roadster Roadster

Equipado com um novo eixo traseiro, este modelo possuía características de condução ultramodernas e tornou-se, em 1961, no primeiro veículo Mercedes-Benz produzido em massa a ter discos de travões nas quatro rodas.

A transição para cabriolet significou também algumas alterações na estrutura do veículo, de forma a possibilitar a existência de portas convencionais (em vez das “asas de gaivota”) e de facilitar a entrada e saída dos ocupantes.

A traseira também se tornou mais reta, o depósito de combustível foi redesenhado e o pneu sobressalente foi colocado debaixo do veículo, o que fez com que a área na traseira pudesse finalmente ser considerada uma bagageira funcional.

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A capota de tecido era fácil de operar e guardada num compartimento atrás dos bancos, feito à medida para este propósito. A partir dos finais de 1958, a Mercedes-Benz passou a fornecer opcionalmente uma capota rígida para utilização nas épocas mais frias.

Em 1957, Paul O’Shea, piloto de corrida, ganhou a Classe D American Sports Car Championship com o SLS, uma versão de competição do veículo. Esta vitória mereceu destaque nos cabeçalhos de vários jornais da época.

 

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Fonte: Daimler

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