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3 cidades europeias para visitar em 2017

Budapeste, Hungria

Budapeste, a capital da Hungria, é também conhecida como a Paris do Leste Europeu. Embora por vezes subestimada, a cidade tem potencial para agradar a variados tipos de visitantes.

Nos séculos XVIII e XIX, no auge da dinastia dos Habsburgo, Budapeste rivalizava com a fantástica cidade de Viena, e ainda hoje apresenta uma arquitetura riquíssima que conta a história da cidade.

O rio Danúbio separa a cidade: De um lado impõe-se a montanhosa e aristocrática Buda, do outro, a mais plana e comercial Peste. A unir as margens do rio encontram-se lindíssimas pontes, nomeadamente a Ponte Isabel e a Ponte das Correntes.

Budapeste oferece diversas atrações, das quais é essencial realçar as Termas Gellért e Szechenyi, a Basílica de Santo Estêvão, a Ópera Estatal Húngara, o Parque da Cidade, a Praça dos Heróis e o Mercado Central de Budapeste.

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Uma forma de garantir que se tira o maior partido da cidade é fazendo um cruzeiro pelo rio Danúbio, observando, assim, ambas as margens da cidade.

Edimburgo, Escócia

Quando se pensa na Escócia, a primeira imagem que nos vem à cabeça são as suas famosas Highlands, com a sua fantástica beleza natural. No entanto, a capital da Escócia, Edimburgo, tem também um encanto muito particular.

A Royal Mile, uma sucessão de ruas que interliga o Palácio de Holyroodhouse e o Castelo de Edimburgo, é o centro de toda a ação. É nestas ruas que se encontram os pontos mais turísticos, nomeadamente o Parlamento Escocês, a Catedral de St. Giles, assim como o Museu de Edimburgo, um museu entre os muitos que a cidade tem para oferecer.

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Vale a pena subir até Calton Hill, onde a noite tarda a chegar no verão, para apreciar a magnífica vista.

A não esquecer a tradição dos pubs que se mostra muito forte em Edimburgo, onde os visitantes podem aproveitar para degustar uma boa cerveja ou o famoso whisky escocês.

Bordeaux, França

Bordeaux é a primeira cidade que vem à mente quando se pensa em bom vinho francês. Vale a pena não só desfrutar de um copo ou dois destes vinhos, como também explorar um pouco as vinhas da região, que constituem uma das maiores áreas de cultivo de vinhos do mundo.

No entanto, é importante não esquecer que há muito mais nesta cidade do que apenas vinho. Para além de oferecer cozinha bastante rica, é uma cidade belíssima com origem nos tempos romanos que foi completamente revitalizada nos últimos anos.

A sua arquitetura merece destaque, principalmente a do centro histórico da cidade, uma das maiores áreas urbanas arquitetónicas do século XVIII na Europa. Vale a pena não esquecer de fazer uma visita à Place des Quinconces e à torre do relógio Grosse Cloche.

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